Esta pagina contém material educativo inspirado na espiritualidade e pedagogia do Padre José Kentenich ao serviço da Família de Schoenstatt. Iniciativa para comemorar o Fundador 50 anos após sua partida.
14 de set. de 2018
O QUE É O SANTUÁRIO LAR
1. EM QUE CONSISTE E COMO NASCE UM SANTUÁRIO LAR?
Como familia, convidamos Maria para que se estabeleça no nosso lar o seu trono de graças, tal como o fez no Santuário de Schoenstatt e nos presenteie nele as graças do enraizamento profundo no coração de Deus, da transformação interior em Cristo Jesus e da fecundidade e envio apostólico na força do Espirito santo.
Deste modo o nosso lar transforma-se num santuário-lar da Mãe e Rainha três vezes Admirável de Schoenstatt.
O nosso convite a Maria através das contribuições para o “capital de graças”
As mesmas leis que estiveram presentes no processo de gestação do Santuário de Schoenstatt voltam a cumprir-se no santuário-lar. Selamos com Ela uma Aliança de Amor: da nossa parte, oferecendo-lhe op n osso amor traduzido em obras de santidade da vida diária e esperamos que, da Sua parte, Ela aceite estabelecer-se no nosso lar. Assim, o Santuário-lar permanece vivo pela ação de Maria e pela nossa cooperação; é o que expressa o grande lema da Familia de Schoenstatt: “Nada sem ti, nada sem nós”. Assim também sucede com o nosso santuário-lar.
A ação de Maria no nosso santuário-lar
Maria estabelece a sua morada no nosso lar para nos conceder nele as três graças que oferece em todos os santuários de Schoenstatt.
Concede-nos estas graças a nós como familia, de acordo com a nossa originalidade e missão:
+ A graça do acolhimento ou de enraizamento no coração de Deus
Pedimos a Maria que Ela nos conceda a graça de estarmos em Deus, enraizarmo-nos no coração de Deus Pai. Pedimos-lhe que os filhos venham a ter o seu coração em Deus; pedimos-lhe que a nossa familia viva uma profunda fé prática na Divina Providência.
Deste modo, o nosso lar converte-se numa Igreja doméstica onde se sente a presença de Deus e de Maria e constantemente se eleva o coração até Ele na prece dos esposos e da familia.
+ A graça da transformação
Maria quer presentar-nos também a graça da transformação interior. Não de um modo geral, mas sim a graça que necessitamos como esposos, como pais, como familia, para realizar o plano que Deus tem para cada um.
+ A graça do envio e fecundidade apostólica
Maria quer pressentia-nos também a graça do envio e fecundidade apostólica. Se Ela nos acolhe, nos transforma como pessoas, como casal e como familia, é para sermos fermento na massa.
Ela quer irradiar a sua glória desde o seio do nosso lar, quer fazer dele, na medida em que nós abrimos as portas, um lugar de encontro com Ela e com Deus; um autêntico “lugar de salvação”, uma “ilha” no meio da tormenta do mundo atual, uma “arca” onde muitos encano trem refúgio e esperança.
Cada vez que asilos do nosso santuário-lar, levamos a sua mensagem e a sua graça onde que que vamos. Como casal e familia, sentimo-nos autenticamente enviados por Maria a partir do nosso santuário-lar.
2. O QUE NÃO É UM SANTUÁRIO-LAR?
- Não consiste só em colocar um quadro de Nossa Senhora em casa e rezar de vez em quando perante ele.
- Não é uma realidade estática, mas dinâmica. Não se conquista e depois, automaticamente, continua a ser um santuário-lar. Pela falta de contribuições ao capital de graças pode deixar de ser um santuário-lar; o processo de crescimento pode ser revertido pelo abandono ou frieza da nossa parte.
- O santuário-lar não está orientado apenas para o casal e para a familia, mas possui um marcado caráter apostólico. Dele devem fluir as três graças do Santuário, por isso também a do envio e fecundidade apostólica. Dai que a nossa cooperação com Nossa Senhora não acontece só em relação ao enraizamento em Deus e transformação interior, mas também em relação ao espíritu e ação apostólica.
- O santuário-lar não é um “cantinho” da casa. Todo o nosso lar é um santuário, em cada divisão , em cada lugar deve sentir-se a presença de Maria. O lugar onde temos a sua imagem é uma ajuda, mas não e tudo.
3. DIMENSÃO ECLESIAL
Uma Igreja em ponto pequeno
Consagrar o proprio lar como santuário de Maria significa, em primero lugar, querer tornar consciente a sua qualidade de “comunidade eclesial fundamental”, no meio da qual habita o Deus-Amor, que entrou no coração de cada um pelo batismo e que, novamente, se ofereceu aos esposos pelo sacramento do matrimônio. Mas também significa pedir a Maria que venha habitar em nossa casa e que implore sobre nós o “Espírito do Deus-Familia”, de maneira que nos faça ser autenticamente “uma só alma e um só coração”. Não só para vivermos mais felizes mas para que nosso lar se converta numa fonte de energias de amor e de unidade para a Igreja inteira, para a nossa pátria e para o mundo.
João Paulo II, às Familias, 02.04.1987:
“Esse é precisamente o vosso objectivo: construir a casa como lar de uma comunidade humana que é a base e a célula de toda a sociedade. Inclusive, ‘a Igreja encontra o seu berço na familia, nascida do sacramento’ (Familiaris Consortio, 15). Trata-se de uma casa e um lar verdadeiro, onde mora o amor recíproco dos esposos e dos filhos. Desta maneira, a vossa casa será também ‘a morada de Deus entre os homens’ (Apoc 21,3), ‘a Igreja doméstica’ (Lumen Gentium, 11) (…)
Oxalá que os vossos lares sejam uma autêntica escola de fé, um lugar de oração, uma comunidade que participa com alegria nas celebrações litúrgicas e sacramentais, de maneira que, pelo facto de partilhar essas experiências de Cristo, se converta num pequeno Cenáculo com Maria, de onde partam apóstolos do Evangelho e servidores das necessidades dos irmãos”.
Fonte: Atelier “Santuário Lar”, versão Aveiro, 2012.
13 de set. de 2018
Que significa “Santuario-Lar”?
Conferência do Padre Kentenich às Familias em Milwaukee
18 de Novembro de 1963
(…)
Que significa “Santuario-Lar”?
Muitos de nós consagrámos a nossa casa a Nossa Senhora; não o fizemos apenas em termos gerais, mas sim oferecendo-a a Nossa Senhora como “Santuario vivo”. Agora oiçam bem. O que lhes vou dizer tem uma importância absolutamente essencial para o futuro:
Ou que vale para o Santuário original e para os santuários filiais, vale também para os Santuários-Lar.
Com isto, tudo o que dissemos torna-se realmente concreto. O que é que foi prometido ao Santuário-Lar? E o que é que se nos pede? As mesmas seis promessas e as mesmas seis exigências da Acta de Fundação valem também para o meu Santuário-Lar. Como tudo isto se torna extraordinariamente concreto!
(As seis promessas)
Apresento-lhes o exemplo de uma familia com muitos filhos. Os pais têm grandes preocupações: como educar corretamente os nossos filhos nesta época e com estas idades?
Que promete Nossa Senhora?
1. “Estabelecer-me-ei de bom grado entre vós”. eu, Nossa Senhora, aqui em casa, e a partir daqui, quero “distribuir dons e graças em abundancia” à a familia. Quer dizer, a partir deste lugar concreto. Então, que posso esperar? Em primeiro lugar, que Nossa Senhora habite e reine entre nós.
2. “Daqui, atrairei a mim os corações juvenis”. Isto vale para os meus filhos. Não consigo formá-los nem educá-los na religião: Agora Ela quer atrair a si os corações e educá-los. O que nós não conseguimos fazer, Ela o fará; assim o promete.
3. “Educá-los ei” é a terceira promessa. Que grande ajuda para mim quando me sinto impotente na tarefa de educar os meus filhos. Com que objectivo os educará?
4. “Como instrumentos aptos”. Eis a quarta promessa.
5. E a quinta: “Nas minhas mãos”.
6. Para que pretende Ela utilizar toda a familia, ;ais e filhos? Para as três grandes metas a que a familia aspira: o homem novo na nova comunidade, o resgate da missão salvífica do Occidente e, por ultimo, a construção e consolidação de uma confederação apostólica universal.
Se estou convencido disso (quer dizer, não só o repito mas creio verdadeiramente) e os meus vizinhos me vêm contar as suas dificuldades, as suas angústias económicas ou os seus problemas com a educação dos filhos ou coisas semelhantes, então a minha primera tarefa será levá-los ao meu Santuário-Lar. Visto da perspectiva de Nossa Senhora, isso é como trazê-los ao Santuário aqui em Santa Cruz (Holy Cross, Milwaukee).
(As exigências)
Naturalmente por outro lado, as exigências também se aplican. A que pedidos devemos corresponder, juntamente com os nossos filhos? Agora podem constatar como é poderoso o programa de educação e de auto-educação que nos é pedido.
1. “Provai primeiro que me amais realmente, que levais a sério o vosso propósito.” Temos que assumir com seriedade a aliança de amor que selámos en conjunto. Assumamos-la não sólo do ponto de vista afectivo mas também efectivamente na vida.
2. Que nos pede Nossa Senhora como expressão da seriedade com que assumimos a aliança de amor? Que nos esforcemos seriamente pela nossa auto-santificação. Quer dizer, os cônjuges devem pôr o seu empenho em santificar-se seriamente, de acordo com o ideal de um matrimônio cristão, tendo particularmente em vista o ideal de uma familia schoenstatteana e de um casal schoenstatteano. Estas são asa suas exigências!
Peçamos o mesmo aos nossos filhos. Naturalmente não é simples. É preciso um instinto muito afinado para saber como posso e devo apresentá-lo.
3. Passemos ao terceiro pedido (Tudo se encontra na Acta de Fundação. Parece-me que, se construíram um Santuário vivo com os vossos filhos, então seria bom tornarem a conversar sobre estas coisas com base na Acta de Fundação). A terceira exigência é satisfazer esses pedidos da maneira mais perfeita possível e não fazer uma coisa ou outra ao acaso, sem compromisso.
4. Em quarto lugar, isto vale particularmente quando se trata do cumprimento fiel e fidelíssimo do dever.
5. E de uma zelosa vida de oração.
6. E a tudo isso (este é o sexto pedido), devemos dar o caráter de contribuições para o Capital de Graças.
12 de ago. de 2018
COMO SURGIU O SANTUÁRIO - LAR
Durante os anos de exílio em Milwauke, o P. Kentenich travou conhecimento com famílias desta cidade e reunia regularmente com elas às segundas-feiras ao anoitecer, pondo-se à sua disposição para a direcção espiritual.
Paulatinamente, introduziu as famílias na espiritualidade de Schoenstatt, conduzindo-as à Aliança de Amor. As famílias tinham por hábito fazer adoração noturna na noite de 17 para 18 de cada mês, no Santuário de Santa Cruz, Paróquia e Casa Provincial dos Palotinos.
Em 1962, a vinculação ao Santuário deu origem à corrente dos “Santuários vivos”. O trabalho com esta corrente conduziu a que cada membro da família elegesse um símbolo do Santuário, procurando viver na vida prática o ideal que o dito símbolo representava.
Para concretizar o propósito, as famílias colocaram os diferentes símbolos (estátua de são Miguel, campainha, etc.) junto à imagem da MTA que tinham em suas casas. Surgiu então a pergunta: Não poderíamos convidar Nossa Senhora a estabelecer-se nas nossas casas tal como se estabeleceu no Santuário original e nos Santuários filiais? Assim começou uma cuidadosa experiência com os “Santuários-Lar”. Ao fim de um ano de observação, a 18 de Novembro de 1963, o P. Kentenich declarou que a “resultante criadora” tinha assinalado que o Santuário-Lar era verdadeiramente uma parte do organismo do Santuário.
A conferência dessa tarde é particularmente relevante para a forma como ele descrevia o organismo dos Santuários, das razões pelas quais a MTA tinha aceite o convite para se estabelecer no Santuário, e da relação com oDocumento de Fundação. Ele resumiu tudo nas “seis promessas e seis exigências”.
Fonte: Kentenich Reader, Vol. I, 2009
Santuário Lar da Mãe Rainha e Três Vezes Admirável de Schoenstatt
Queridos amigos de Nazaré Vivo, um dos frutos mais maravilhosos da atividade pastoral do Padre Jose Kentenich foi promover a corrente do santuário lar de Schoenstatt. Ele começou nos anos 60 com essa iniciativa nos Estados Unidos. Isso mais tarde se espalhou pelo mundo. Agora, o santuário lar é uma bênção para inúmeras famílias e também um tremendo instrumento de evangelização. O vídeo (de Portugal) à sua disposição irá ajudá-los a entender um pouco mais sobre o que está envolvido e qual é o significado do santuário lar.
Pe. Marcelo
29 de jul. de 2018
ALGO ESTÁ MUDANDO ...
1) Spotify está fundindo as gravadoras.
2) Netflix fez que quase não existem lojas de vídeo e que muito menos pessoas vão ao cinema.
3) Reserva está em cheque com agências de turismo.
4) O Google desativou as Páginas Amarelas.
5) O Airbnb está assustando os donos dos hotéis.
6) O WhatsApp ameaça as operadoras de telefonia fixa e celular.
7) Redes Sociais para a mídia.
8) Uber para os taxistas.
9) A OLX está eliminando os anúncios classificados.
10) Os smartphones condenaram as casas de fotografia.
11) O Zip Car torna a vida impossível para as empresas de aluguel de carros.
12) Tesla questiona o futuro das montadoras.
13) E-mail complicado para correios postais.
14) Waze terminou com o GPS.
15) Original e Nubank ameaçam o sistema bancário tradicional.
16) A nuvem torna os pen drives cada vez mais inúteis;
17) O Youtube coloca as empresas de televisão em risco.
18) O Facebook está matando os portais de conteúdo.
19) Tinder (e similar) tira as boates (e similares).
20) Wikipedia matou dicionários e enciclopédias.
Quanto tempo você acha que seu trabalho vai durar na sua forma atual?
... e você quer continuar vivendo como você viveu 10 anos atrás?
Eu sugiro que você se reinvente diariamente para continuar neste "jogo" chamado VIDA.
Sempre indo em frente. Não porque as pessoas vêm de trás ... mas porque já tem muita gente à nossa frente, o que nos levam a vantagem.
(Autor desconhecido)
E o que nosso "Schoenstatt em saída" diz ou como está agindo neste contexto de mudança mundial a uma velocidade incomum?
Boa pergunta para refletir.
Uma coisa é segura.
Não podemos continuar agindo como se o que está acontecendo diante de nossos olhos não esteja acontecendo.
PeM
25 de jul. de 2018
A CRISE TRIPLA DO JOVEM KENTENICH
A OPINIÃO DE ANTONIO R. RUBIO PLO
O 50º aniversário do falecimento do Padre José Kentenich, fundador do Movimento de Schoenstatt, uma iniciativa apostólica, nascida em um ano trágico para a Europa em 1914, e com características inovadoras que transcendem o seu próprio tempo está cumprido este ano. Qualquer biografia de Kentenich, um homem que acumulou mal-entendidos dentro e fora da Igreja, é notável por apresentar uma visão do cristianismo que excede uma mentalidade rígida e individualista de uma fortaleza sitiada e com medo de abrir com o amor de Cristo as realidades do mundo e dos seres humanos. Se somarmos os traços marcadamente marianos, que são sempre dignos de confiança, devemos concluir que o fundador de Schoenstatt, como aconteceu com outras grandes personalidades cristãs, é patrimônio não só de seu movimento de Schoenstatt, mas de toda a Igreja.
O caminho do José Kentenich não foi fácil, e não apenas porque acabou preso em um campo de concentração de Dachau, ou passar os últimos anos (14) de sua vida nos EUA por ordem de seus superiores. Muito tempo antes, ele também foi abalado por crises e dúvidas espirituais, às quais há apenas a resposta autenticamente cristã de uma fé que é o abandono confiante nos braços do Pai e da Mãe. Um de seus biógrafos, padre Hernán Alessandri, relata que em seus anos de seminário, José Kentenich foi afetado por uma crise tripla que outros teriam sido paralisados ou levados à impotência. Esta crise foi formada por três "ismos" perniciosos, que estão presentes na existência do cristão como tentações insidiosas.
O primeiro é o idealismo, que não se refere a ideais, mas a um intelectualismo exagerado, que separa as idéias da vida e que concebe um Deus construído apenas intelectualmente. Como o Padre Alessandri aponta, não é sobre o Deus da vida, o Deus que fala com ele através dos homens. De fato, um cristianismo literário, em nada vital, preocupado com doutrinas e não com pessoas, assemelha-se à situação daquele servo que escondeu em um lenço o talento de seu mestre. Em teoria, o servo manteve o depósito, como Paulo recomendou a Timóteo (2 Timóteo, 1, 14), mas o depósito, assimilado a uma planta não cuidada, não deu frutos. Esse idealismo pode ser brilhante, embora seja estéril e, portanto, condenado a morrer. Kentenich rejeitou essa tentação mecanicista, que separou a ideia de vida e levou muitos intelectuais, cristãos ou não, a uma desconexão com as realidades da carne e do sangue.
A segunda consiste no individualismo, uma tentação que acompanha todos aqueles que praticam a fé cristã. É esquecer que o cristianismo não é cristianismo se não houver comunidade. Para alguns, importa tanto o eu, supostamente fiel e complacente, que eles se esqueceram completamente de o “tú”. A idéia, porque reduziu a religião a uma ideologia, absorveu a fé, com a inevitável consequência de que a esperança e a caridade também serão afetadas, se não sacrificadas. Correspondentemente, o Padre Kentenich qualificou o individualismo como algo corrosivo.
Finalmente, o terceiro "ismo" refere-se ao sobrenaturalismo. É o grande perigo do cristianismo desencarnado, uma nova versão das antigas heresias dos séculos antigos. No seminário, prevaleceu ambiente natural, visto de fora, levaria à conclusão errônea de que reinava piedade. Mas o resultado estava à vista e infelizmente poderia acompanhar os futuros sacerdotes: uma religiosidade árida, fria, sem amizades ou relações humanas. Foi um sobrenaturalismo, avaliado por Kentenich de extremamente unilateral, o que presumivelmente valorizava muito mais o “além” que do “aqui” e chegar a extremos como ele mesmo relata: sua avó, mais de oitenta anos, queria beijá-lo, mas ele se recusou abruptamente com o aviso de que ele havia se rendido a Deus. O sobrenaturalismo esquece que a fé deve estar enraizada no coração.
Muitos cristãos se identificaram com essas observações de José Kentenich, ou simplesmente as testemunharam. Portanto, deve ser enfatizado que o cristianismo careceria de um lado afetuoso ou carinhoso se não houvesse mãe. Nas palavras do fundador de Schoenstatt: "A Santíssima Virgem é por excelência o ponto onde cruzam o terreno com o celestial, natureza e graça. Ela é o equilíbrio do mundo, isto é, ela, por seu ser e por sua missão, mantém o mundo em equilíbrio “.
Antonio R. Rubio Plo, escritor e analista internacional não é schoenstattiano. Seu articulo foi publicado en COPE (digital) de Espanha. Antonio é blogista de COPE.
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