29 de jul. de 2018

ALGO ESTÁ MUDANDO ...






1) Spotify está fundindo as gravadoras.

2) Netflix fez que quase não existem lojas de vídeo e que muito menos pessoas vão ao cinema.

3) Reserva está em cheque com agências de turismo.

4) O Google desativou as Páginas Amarelas.

5) O Airbnb está assustando os donos dos hotéis.

6) O WhatsApp ameaça as operadoras de telefonia fixa e celular.

7) Redes Sociais para a mídia.

8) Uber para os taxistas.

9) A OLX está eliminando os anúncios classificados.

10) Os smartphones condenaram as casas de fotografia.

11) O Zip Car torna a vida impossível para as empresas de aluguel de carros.

12) Tesla questiona o futuro das montadoras.

13) E-mail complicado para correios postais.

14) Waze terminou com o GPS.

15) Original e Nubank ameaçam o sistema bancário tradicional.

16) A nuvem torna os pen drives cada vez mais inúteis;

17) O Youtube coloca as empresas de televisão em risco.

18) O Facebook está matando os portais de conteúdo.

19) Tinder (e similar) tira as boates (e similares).

20) Wikipedia matou dicionários e enciclopédias.

Quanto tempo você acha que seu trabalho vai durar na sua forma atual?

... e você quer continuar vivendo como você viveu 10 anos atrás?

Eu sugiro que você se reinvente diariamente para continuar neste "jogo" chamado VIDA.

Sempre indo em frente. Não porque as pessoas vêm de trás ... mas porque já tem muita gente à nossa frente, o que nos levam a vantagem.

(Autor desconhecido)

E o que nosso "Schoenstatt em saída" diz ou como está agindo neste contexto de mudança mundial a uma velocidade incomum? 

Boa pergunta para refletir.
Uma coisa é segura.
Não podemos continuar agindo como se o que está acontecendo diante de nossos olhos não esteja acontecendo.

PeM

25 de jul. de 2018

A CRISE TRIPLA DO JOVEM KENTENICH

A OPINIÃO DE ANTONIO R. RUBIO PLO


O 50º aniversário do falecimento do Padre José Kentenich, fundador do Movimento de Schoenstatt, uma iniciativa apostólica, nascida em um ano trágico para a Europa em 1914, e com características inovadoras que transcendem o seu próprio tempo está cumprido este ano. Qualquer biografia de Kentenich, um homem que acumulou mal-entendidos dentro e fora da Igreja, é notável por apresentar uma visão do cristianismo que excede uma mentalidade rígida e individualista de uma fortaleza sitiada e com medo de abrir com o amor de Cristo as realidades do mundo e dos seres humanos. Se somarmos os traços marcadamente  marianos, que são sempre dignos de confiança, devemos concluir que o fundador de Schoenstatt, como aconteceu com outras grandes personalidades cristãs, é patrimônio não só de seu movimento de Schoenstatt, mas de toda a Igreja.

O caminho do José Kentenich não foi fácil, e não apenas porque acabou preso  em um campo de concentração de Dachau, ou passar os últimos anos (14) de sua vida nos EUA por ordem de seus superiores. Muito tempo antes, ele também foi abalado por crises e dúvidas espirituais, às quais há apenas a resposta autenticamente cristã de uma fé que é o abandono confiante nos braços do Pai e da Mãe. Um de seus biógrafos, padre Hernán Alessandri, relata que em seus anos de seminário, José Kentenich foi afetado por uma crise tripla que outros teriam sido paralisados ​​ou levados à impotência. Esta crise foi formada por três "ismos" perniciosos, que estão presentes na existência do cristão como tentações insidiosas.

O primeiro é o idealismo, que não se refere a ideais, mas a um intelectualismo exagerado, que separa as idéias da vida e que concebe um Deus construído apenas intelectualmente. Como o Padre Alessandri aponta, não é sobre o Deus da vida, o Deus que fala com ele através dos homens. De fato, um cristianismo literário, em nada vital, preocupado com doutrinas e não com pessoas, assemelha-se à situação daquele servo que escondeu em um lenço o talento de seu mestre. Em teoria, o servo manteve o depósito, como Paulo recomendou a Timóteo (2 Timóteo, 1, 14), mas o depósito, assimilado a uma planta não cuidada, não deu frutos. Esse idealismo pode ser brilhante, embora seja estéril e, portanto, condenado a morrer. Kentenich rejeitou essa tentação mecanicista, que separou a ideia de vida e levou muitos intelectuais, cristãos ou não, a uma desconexão com as realidades da carne e do sangue.

A segunda consiste no individualismo, uma tentação que acompanha todos aqueles que praticam a fé cristã. É esquecer que o cristianismo não é cristianismo se não houver comunidade. Para alguns, importa tanto o eu, supostamente fiel e complacente, que eles se esqueceram completamente de o “tú”. A idéia, porque reduziu a religião a uma ideologia, absorveu a fé, com a inevitável consequência de que a esperança e a caridade também serão afetadas, se não sacrificadas. Correspondentemente, o Padre Kentenich qualificou o individualismo como algo corrosivo.



Finalmente, o terceiro "ismo" refere-se ao sobrenaturalismo. É o grande perigo do cristianismo desencarnado, uma nova versão das antigas heresias dos séculos antigos. No seminário, prevaleceu ambiente natural, visto de fora, levaria à conclusão errônea de que reinava piedade. Mas o resultado estava à vista e infelizmente poderia acompanhar os futuros sacerdotes: uma religiosidade árida, fria, sem amizades ou relações humanas. Foi um sobrenaturalismo, avaliado por Kentenich de extremamente unilateral, o que presumivelmente valorizava muito mais o “além” que do “aqui” e chegar a extremos como ele mesmo relata: sua avó, mais de oitenta anos, queria beijá-lo, mas ele se recusou abruptamente com o aviso de que ele havia se rendido a Deus. O sobrenaturalismo esquece que a fé deve estar enraizada no coração.

Muitos cristãos se identificaram com essas observações de José Kentenich, ou simplesmente as testemunharam. Portanto, deve ser enfatizado que o cristianismo careceria de um lado afetuoso ou carinhoso se não houvesse mãe. Nas palavras do fundador de Schoenstatt: "A Santíssima Virgem é por excelência o ponto onde cruzam o terreno com o celestial, natureza e graça. Ela é o equilíbrio do mundo, isto é, ela, por seu ser e por sua missão, mantém o mundo em equilíbrio “.

Antonio R. Rubio Plo, escritor e analista internacional não é schoenstattiano.  Seu articulo foi publicado en COPE (digital) de Espanha.  Antonio é blogista de COPE.

13 de jul. de 2018

10 de jul. de 2018



INFORMAÇÕES ATUAIS SOBRE A CAUSA DO PE. KENTENICH


Pe. Eduardo Aguirre, postulador


“Com o espírito do fundador, queremos nos projetar com ele ao futuro”
Pe. Eduardo Aguirre, postulador da Causa de Beatificação do Pe. José Kentenich, nos traz informações atualizadas sobre o processo e nos dá mensagens importantes sobre a vivência deste carisma no Ano Kentenich. Confira:

Sobre o estado do processo de beatificação do Padre Kentenich
Muitos membros da Família de Schoenstatt perguntam quando pode ser esperado o próximo passo no processo de beatificação de Pe. Kentenich. Como Postulador do seu processo de beatificação, gostaria de fornecer as seguintes considerações.
O procedimento diocesano de beatificação do Pe. Joseph Kentenich já foi, em grande medida, completado. O Movimento de Schoenstatt agradece a prudência e a boa vontade demonstradas e dispensadas pela Diocese de Trier à causa da beatificação do seu fundador. Schoenstatt continua contando com a boa relação de confiança e cooperação com a diocese para esclarecer as questões pendentes.

É bem sabido que o processo do Pe. Kentenich é muito extenso, de longo alcance e não isento de controvérsia. Ele é a personalidade fundadora de uma Obra muito grande, diversificada e mundial. Sua beatificação não está ligada apenas localmente à diocese de Trier, mas tem um amplo significado internacional para toda a Igreja. O Pe. Kentenich foi fortemente provado pela Igreja por mais de 14 anos. O que era original e inovador em sua fundação e pedagogia foi posto em questão pela Igreja. Esta é uma das razões pelas quais muitos aspectos devem ser estudados e clarificados em profundidade durante o processo de beatificação.

Como em cada processo de beatificação, a pesquisa sobre o Pe. Kentenich abrange tanto a sua santidade pessoal de vida quanto sua missão pela Igreja. Estes dois aspectos foram abordados no processo. São aspectos importantes que foram investigados a fundo nas últimas décadas, desde a morte do fundador, e de maneira louvável, por parte dos postuladores e do Secretariado do Pe. Kentenich, assim como por muitos membros da Família de Schoenstatt. É por isso que, 50 anos após a morte do fundador, eles merecem um grande agradecimento. É justo dizer hoje, com vistas à beatificação do fundador, que houve um esforço sério e que tudo o humanamente possível foi feito para promover o processo. 

Agora é o momento para nós, como Família de Schoenstatt, de colocar renovadamente tudo nas mãos de Deus e da Nossa Senhora; insistir com ardor renovado em nossa oração e nas nossas contribuições para a capital da graça pela causa de nosso Pai: Tua res agitur! Agora Deus Pai tem de falar! E temos que escutar com paciência e confiança filial o que ele quer nos dizer.




O que Deus gostaria de nos dizer nesse momento de espera? O que podemos fazer?
É concebível que Deus quer dar-nos tempo para que o nosso Pai e Fundador, com a sua pessoa e a sua missão, se torne ainda mais vivo e presente no nosso meio; para que o conheçamos melhor e assumamos a sua visão, a sua espiritualidade e a sua pedagogia de forma mais decidida e eficiente. Sim, toda a Família de Schoenstatt deve estar mais consciente e sentir-se mais responsável pela sua beatificação. 

Ainda estamos longe de atingir o objetivo da assimilação e transmissão de seu carisma. O espírito do fundador deve tornar-se ainda mais forte e estar mais vivo em nós. É o espírito que inspirou o Congresso de Pentecostes de 2015 em Schoenstatt e que quer incentivar e promover um “Schoenstatt em saída”:

“Repletos de espírito missionário, propomos a todas as pessoas, para além de todas as fronteiras – até às periferias da sociedade – a Aliança de Amor como caminho e esperança. Construímos, assim, uma abrangente cultura de aliança. O carisma profético do nosso Pai e Fundador impele-nos a uma nova fundação de Schoenstatt em meio às situações dos tempos de hoje” (do Memorandum do Congresso de Pentecostes, Schoenstatt, 23 de maio de 2015).

Devemos aumentar os nossos esforços para tornar mais conhecida a pessoa do Pe. Kentenich e promover a sua missão. Teríamos de entender todas as nossas atividades nesse sentido; em cada reunião do grupo, em cada encontro e ação apostólica na qual procuramos implementar os ensinamentos e orientações do fundador, estamos contribuindo para o seu reconhecimento como uma personalidade profética e santa para o nosso tempo. Nas comunidades, nas dioceses, nos diferentes países e na Igreja universal, especialmente em Roma, a pessoa e a missão de nosso Pai e Fundador devem ser ainda mais conhecidas e reconhecidas.

Mas, a principal preocupação não é que o Pe. Kentenich seja “elevado aos altares” o mais cedo possível, visto que corresponde ao fundador de uma grande Obra ser venerado como um santo. Não nos esforçamos pela canonização do Pe. Kentenich por nós mesmos, pela nossa satisfação e pelo prestígio do nosso Movimento. O que nós ansiamos é que com o reconhecimento da sua santidade pela Igreja, o seu carisma seja reconhecido, aceito e seja uma fonte de renovação para o tempo presente.

O Pe. Kentenich conscientemente não fala do seu carisma, mas do carisma e da missão de Schoenstatt para a Igreja e para o mundo de hoje. Esta é a herança que temos recebido dele e que queremos assumir renovadamente e com maior consciência, especialmente neste Ano do Pe. Kentenich, para levá-la à Igreja. O carisma do Pe. Kentenich é o nosso carisma. Portanto, é um desafio para nós – 50 anos depois de sua morte – e é a nossa responsabilidade que o seu carisma seja frutífero na Igreja e no mundo. Isso não pode ser separado de sua pessoa. Por isso é que também procuramos o reconhecimento formal da santidade do Pe. Kentenich por parte da Igreja. Com o espírito do fundador, queremos nos projetar com ele ao futuro.

Acima de tudo, cada um de nós e, juntos, nas nossas comunidades, somos chamados a seguir o caminho da santidade que aponta o Papa Francisco na sua Exortação Apostólica, Gaudate et Exultate, de 19 de março de 2018. Assim, seremos as melhores testemunhas da santidade do nosso Pai e Fundador.
Novamente nos deixamos desafiar pelas palavras da nossa Mãe no Documento de Fundação: “Não vos preocupeis com a realização do vosso desejo. Ego diligentes me diligo. Eu amo os que me amam. Provai primeiro que me amais realmente, que levais a sério o vosso propósito. Agora tendes a melhor oportunidade para fazê-lo”.
Se vivermos a nossa própria missão, que está ligada à missão do Pe. Kentenich, então a sua beatificação e canonização por parte da Igreja chegará oportunamente.
Pe. Eduardo Aguirre
Postulador




Este articulo foi extraído de: schoenstatt.org.br / 10 de Julho 2018

8 de jul. de 2018

SÉRIE SOLIDARIEDADE COM O FUNDADOR VI de VI

Um texto e um assunto muito atual!
Aqui o leitor terá o privilégio de ler, analisar e meditar um excelente artigo sobre a pessoa do Fundador de Schoenstatt. Os autores, reconhecidos como schoenstattianos, alguns já falecidos, tentam responder à desafiadora questão de como compreender, amar, empatizar e seguir o Pai e o Fundador após sua morte. Ainda deixando-lhe inúmeras questões abertas sobre o desenvolvimento de Schoenstatt nos tempos vindouros. Devido à extensão do texto, a redação do NAZARÉ VIVO dividiu-o em pequenos capítulos em uma pequena série chamada “Solidariedade com o Fundador", facilitando sua leitura. Obrigado

Este artigo foi publicado no Regnum, 1 de fevereiro de 1999, p.5-15. Regnum é uma revista do Movimento Apostólico de Schoenstatt na Alemanha. Este artigo pertence a uma série que é publicada sob a responsabilidade do comitê de redação constituído pelas seguintes pessoas: P. Günther M. Boll, P. Ángel Strada, P. Lothar Penners, P. Rainer Birkenmaier, Bárbara Albrecht e Herta Schlosser.

A série de artigos quer, segundo o mesmo comitê, esclarecê-la, para chamar a atenção para alguns eventos ou tendências em que se descobre um desafio para Schoenstatt.

O motivo deste artigo é a comemoração do 50º aniversário de 31 de maio de 1949, terceiro marco na história de Schoenstatt.

Leitura essencial para um líder de Schoenstatt.

A tradução espanhola é trabalho do padre Horacio Sosa C. (falecido)
A tradução portuguesa é responsabilidade do padre Marcelo Aravena
                                                                           
Interpretar profeticamente de novo o herdado (continuação)

d) Pastoral pessoal
Nas comunidades de Schoenstatt, os responsáveis ​​por elas têm a tarefa de cuidar de todas as maneiras aos demais. "Condução por contato" é um princípio formulado já nos primórdios de Schoenstatt. Responsabilidade na liderança significa que você tem que se preocupar com todos e servir sua vocação e seu caminho de santidade. 

A responsabilidade pela condução é uma relação pessoal. O quê significaria aplicar estes princípios testados e verdadeiros ao trabalho pastoral que, sob pressão pela falta de sacerdotes, está sendo profundamente transformado? O padre é retirado da proximidade do povo por causa dessa transformação ou é incentivado a deixar certas tarefas administrativas para servir a indivíduos e grupos pequenos e inspiradores? Os padres são treinados para realizar a "condução de contato" (por meio da proximidade pessoal) e não de escritório? 

Essas formas de exercer autoridade não significam renunciar a ela, mas sua renovação, é um "novo nascimento" do pai na Igreja. Isto significaria também uma "pedagogia da confiança" acentuada que encoraja os leigos a contribuir, à sua maneira, com uma contribuição decisiva para a vida da Igreja. Os padres - que são relativamente poucos - tornar-se-ão cada vez mais funcionários que mantêm a organização da pastoral em certas áreas, ou decidem servir em primeiro lugar como "espirituais" à vida espiritual (interior) dos fiéis?

A orientação de acordo com a profecia do Padre Kentenich não oferece uma receita rápida. Pode, no entanto, fornecer critérios para determinar o que deve ser investido e o que pode ser salvo.

Essas poucas alusões mostram quanta força explosiva a "sociologia" de Schoenstatt contém, desde que não seja considerada apenas como uma regulação interna provada, mas como uma antecipação profética. O que foi desenvolvido pelo profeta "no laboratório" - por assim dizer - sob condições especiais, agora levanta a pretensão que se possa experimenta-lo em nível mas amplo. Se o simples fato de dar o passo, no pensamento, do laboratório para o espaço em grande demanda muita coragem, quanto mais a realização concreta.

e) Existência profética em uma Aliança de Amor
O Jubileu não deve apenas ajudar a iluminar de uma nova maneira o que vem crescendo. Quem quiser levar a cabo a missão de um profeta deve aderir intimamente ao profeta e de modo a viver ele próprio uma existência profética. Isto é caracterizado por uma vida "na realidade do sobrenatural". Somente a clarividência da fé, que deixa a segurança humana para trás, permite certa segurança na interpretação do tempo e dos caminhos de Deus. O profeta e sua mensagem podem ser entendidos apenas nesse espírito. Fé na Providência intensamente vivida é um exercício para isso.

A existência profética exige um salto muito arriscado, abandonando-se "cegamente" à direção de Deus e confiando no que Ele na história do profeta já fez. Aos discípulos do profeta, sem eles provocando conscientemente, os espera de algum modo também o destino de um profeta. E isto é porque a mensagem desse profeta provavelmente por um longo tempo ainda estará em oposição ao atual modo de pensar e de viver na Igreja. Sua mensagem pode despertar sempre novamente reações alérgicas em contra. Aos discípulos do profeta não devem viver pendentes elogios por parte da autoridade, ou reconhecimento pela opinião pública, porque isso arruina a profecia.

Na Aliança de Amor, como o Fundador viveu o 31 de maio de 1949, ele dá sua própria impotência e desamparo em uma entrega filial radical de si mesmo. É por isso que a parte contratante do além tem todas as possibilidades de usar seu "instrumento" para realizar a profecia.


A pergunta feita no começo, sobre as possibilidades de evitar o "inofensivo" e o "nivelado", nos leva à a forma schoenstattiana específica de relembrar: Solidariedade com o que aconteceu através de uma profunda renovação da Aliança.